João Ponte apontou uma série de medidas que foram implementadas nesta legislatura para fomentar uma verdadeira cultura de proteção e bem-estar animal de Santa Maria ao Corvo

Açores deram passos muito significativos nesta legislatura no reforço da defesa e proteção dos animais de companhia e errantes, afirma João Ponte
 

 
O Secretário Regional da Agricultura e Florestas afirmou hoje, no Faial, que os Açores deram passos muito significativos no reforço da defesa e proteção dos animais de companhia e errantes na atual legislatura, contribuindo para uma crescente consciencialização cívica para esta temática. “Entre 2017 e 2019, deram entrada nos canis municipais e Centros de Recolha Oficial (CRO) menos 2.700 animais, o número de adoções em 2019 rondou os 2.500 animais e o número de eutanásias reduziu 80% em dois anos”, revelou João Ponte, acrescentando que “esta trajetória que estamos a fazer nos Açores, além de encorajadora, atesta que estamos no caminho certo”. O governante falava na inauguração do Centro de Recolha Oficial da Horta, um investimento da autarquia faialense que vem dotar o concelho e a ilha de melhores condições para dar resposta à exigente temática do bem-estar animal e à justificada preocupação com os animais de companhia, cumprindo assim a legislação em vigor neste domínio. João Ponte apontou uma série de medidas que foram implementadas nesta legislatura para fomentar uma verdadeira cultura de proteção e bem-estar animal, de Santa Maria ao Corvo, nomeadamente através do lançamento de campanhas e ações de sensibilização contra o abandono animal e de divulgação da esterilização, para diminuir ninhadas indesejadas, reduzir os maus tratos e erradicar o abandono de animais de companhia. Foram também intensificadas as ações de controlo e fiscalização aos canis e CRO, criado um regime de apoio às associações de proteção animal para financiar despesas efetuadas com a vacinação, esterilização, identificação eletrónica, tratamento, alimentação e atos médicos veterinários, bem como foi disponibilizado apoio financeiro aos municípios com CRO, comparticipando os custos com as esterilizações dos animais, de modo a controlar a população de errantes e cumprir o objetivo de ter territórios sem animais abandonados. João Ponte, que destacou o papel cívico e meritório das associações de proteção animal na Região, elogiou e reconheceu o trabalho “persistente e incansável dos seus dirigentes e voluntários” não só ao longo dos últimos anos, mas especialmente agora na situação de pandemia, onde as dificuldades se tornaram maiores. O Secretário Regional anunciou ainda que está em funcionamento desde segunda-feira uma base de dados regional, que está interligada com a nacional, designada ‘Registo de Animais de Companhia e Errantes – RACE’, para registo gratuito e obrigatório de múltiplas informações úteis de cada animal.   “Reconhecemos que ainda não estamos num patamar que nos satisfaz totalmente, mas estamos a dar passos acertados e concretos para cumprir o ‘abate zero’ até 2022, apesar de este ser um objetivo já alcançado em vários concelhos dos Açores”, afirmou João Ponte. Para o governante, só será possível continuar a mudar para melhor prosseguindo a aposta no reforço da esterilização e na adoção responsável, sem esquecer a formação das gerações mais novas, bem como a união de esforços dos diferentes parceiros envolvidos nesta temática.
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O Secretário Regional da Agricultura e Florestas afirmou hoje, no Faial, que os Açores deram passos muito significativos no reforço da defesa e proteção dos animais de companhia e errantes na atual legislatura, contribuindo para uma crescente consciencialização cívica para esta temática. “Entre 2017 e 2019, deram entrada nos canis municipais e Centros de Recolha Oficial (CRO) menos 2.700 animais, o número de adoções em 2019 rondou os 2.500 animais e o número de eutanásias reduziu 80% em dois anos”, revelou João Ponte, acrescentando que “esta trajetória que estamos a fazer nos Açores, além de encorajadora, atesta que estamos no caminho certo”. 

O governante falava na inauguração do Centro de Recolha Oficial da Horta, um investimento da autarquia faialense que vem dotar o concelho e a ilha de melhores condições para dar resposta à exigente temática do bem-estar animal e à justificada preocupação com os animais de companhia, cumprindo assim a legislação em vigor neste domínio. 

João Ponte apontou uma série de medidas que foram implementadas nesta legislatura para fomentar uma verdadeira cultura de proteção e bem-estar animal, de Santa Maria ao Corvo, nomeadamente através do lançamento de campanhas e ações de sensibilização contra o abandono animal e de divulgação da esterilização, para diminuir ninhadas indesejadas, reduzir os maus tratos e erradicar o abandono de animais de companhia. Foram também intensificadas as ações de controlo e fiscalização aos canis e CRO, criado um regime de apoio às associações de proteção animal para financiar despesas efetuadas com a vacinação, esterilização, identificação eletrónica, tratamento, alimentação e atos médicos veterinários, bem como foi disponibilizado apoio financeiro aos municípios com CRO, comparticipando os custos com as esterilizações dos animais, de modo a controlar a população de errantes e cumprir o objetivo de ter territórios sem animais abandonados. 

João Ponte, que destacou o papel cívico e meritório das associações de proteção animal na Região, elogiou e reconheceu o trabalho “persistente e incansável dos seus dirigentes e voluntários” não só ao longo dos últimos anos, mas especialmente agora na situação de pandemia, onde as dificuldades se tornaram maiores. 

O Secretário Regional anunciou ainda que está em funcionamento desde segunda-feira uma base de dados regional, que está interligada com a nacional, designada ‘Registo de Animais de Companhia e Errantes – RACE’, para registo gratuito e obrigatório de múltiplas informações úteis de cada animal.   “Reconhecemos que ainda não estamos num patamar que nos satisfaz totalmente, mas estamos a dar passos acertados e concretos para cumprir o ‘abate zero’ até 2022, apesar de este ser um objetivo já alcançado em vários concelhos dos Açores”, afirmou João Ponte. 

Para o governante, só será possível continuar a mudar para melhor prosseguindo a aposta no reforço da esterilização e na adoção responsável, sem esquecer a formação das gerações mais novas, bem como a união de esforços dos diferentes parceiros envolvidos nesta temática. 
 

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