Praiense cem por cento português

O espanhol Luis Olivier vendeu a sua participação

A uma empresa investidora de portugueses

A Comissão do Sport Clube Praiense deu um passo decisivo para a sua sobrevivência da instituição da ilha Terceira 


Com a assinatura do contrato de compra e venda de ações relativamente à SAD de que o clube faz parte, estão criadas as condições para prosseguir o legado daqueles que o fundaram e nestas décadas fizeram com que os “encarnados da Praia” fossem reconhecidos e respeitados aqui e lá fora.


Para Clelio Meneses membro da comissão do Sport Clube Praiense “Depois de um período conturbado e de incerteza sobre o futuro do clube, estão criadas as condições para continuarmos a ter o Praiense a cada domingo a levar longe o nome desta terra e a formar os mais jovens com a camisa vermelha e branca de que tanto nos orgulhamos. Neste momento, não posso deixar de registar uma palavra de agradecimento e enaltecimento pelo trabalho empenhado e eficaz do Roberto Andrade na liderança desta tormenta pela qual o clube tem passado e no encontrar das soluções de parceria essenciais à continuidade da instituição. Vá encarnados!”

O espanhol Luis Olivier vendeu a sua participação a uma empresa investidora de portugueses


JOSÉ GARCIA

António Ventura adianta que a pandemia da Covid-19 não pode servir de desculpa para coisas que não se fizeram

Balanço. António Ventura diz que ano parlamentar termina cheio de promessas por cumprir


 
O deputado do PSD/Açores na Assembleia da República, António Ventura, frisou esta quarta feira que o ano parlamentar nacional “terminou com um enorme rol de promessas do governo de António Costa, em relação aos Açores, que ficaram por cumprir”.
 
Em tempo de balanço, o social democrata diz mesmo que “é preciso não esquecer que continua por avançar um vasto conjunto de iniciativas e decisões, com claro prejuízo para a Região”, afirma.
 
“O que ficou estabelecido na declaração conjunta, entre o Governo da República e o Governo Regional, em abril de 2016, está quase tudo por fazer, como é o caso da instalação dos radares meteorológicos, agora anunciada à pressa em tempo de eleições regionais, ou a vinda de uma segunda tripulação dos Merlin EH-10 para busca e salvamento”, enuncia.
 
António Ventura adianta que “a pandemia da Covid-19 não pode servir de desculpa para coisas que não se fizeram. Pelo contrário, é motivo para serem executados vários investimentos, até porque a economia açoriana precisa de se recuperar”.
 
“Nesse campo, falhou redondamente a instalação da Marinha no Porto da Praia da Vitória, assim como o tantas vezes anunciado investimento do GNL para abastecimento de navios no mesmo porto, para lá das alternativas para a Base das Lajes, que não passaram de promessas vãs”, critica.
 
O deputado do PSD/Açores não esquece “a baixíssima execução do PREIT, que o governo açoriano continua a camuflar com números avulsos, e que é uma prova do desinteresse do PS de António Costa na Região”, acrescentando que “continua por fazer a Cadeia de Ponta Delgada, assim como nunca foi criado o Grupo de Trabalho para a Sismologia. Tal como continuam a falhar o apoio à Universidade dos Açores e a descontaminação dos solos e aquíferos da Ilha Terceira, entre outros”, concluiu

É fundamental o papel dos psicólogos afirmou José Manuel Bolieiro após reunir com a delegação regional da Ordem

Bolieiro destaca papel dos psicólogos na prevenção da doença

O presidente do PSD/Açores destacou a importância do papel dos psicólogos na prevenção da doença e nos cuidados de saúde primários, alegando que são aspetos fundamentais para a “mudança de paradigma” na área da saúde.

“Temos de ter uma visão sobre a saúde que assente mais na prevenção da doença do que a atuação no seu tratamento e remediação. Nesse sentido, é fundamental o papel dos psicólogos”, afirmou José Manuel Bolieiro, após reunir com a delegação regional da Ordem dos Psicólogos.

Segundo o líder social-democrata, um futuro Governo Regional do PSD/Açores “fará uma aposta clara na literacia da saúde, uma vez que o conhecimento, quer pelo doente, quer pela sua família, permitirá uma intervenção cada vez mais precoce, ao mesmo tempo que reduz a necessidade de cuidados médicos”.

“Os psicólogos, integrados em equipas multidisciplinares, têm um papel fundamental nestas duas áreas: a prevenção da doença e a literacia na saúde”, considerou.

José Manuel Bolieiro acrescentou que a reunião com a delegação regional da Ordem dos Psicólogos surge no âmbito da forma como encara a atuação política, em que “é fundamental ouvir toda a sociedade açoriana”.

“Na atividade política é essencial ouvir os parceiros sociais, a sociedade civil, e os representantes das diversas atividades profissionais, sociais e económicas, num processo conjunto em que se desenvolvem as melhores soluções para a nossa Região. A ideia não é do partido A ou B, do Governo A ou B, mas sim dos açorianos”, disse.

O candidato do PSD/Açores a Presidente do Governo reconheceu também a “transversalidade” das diferentes áreas de especialização da Psicologia, dado que, “para além da Clínica e da Saúde, não se pode deixar de referir a Psicologia do Trabalho e das Organizações, e a Psicologia da Educação”

A proposta apresentada estabelece a manutenção da aplicação de uma taxa reduzida em 75% quando os produtos sejam produzidos e consumidos nos Açores

Isabel Almeida Rodrigues congratula

Proposta de Decisão de redução do imposto sobre o consumo de rum, licores e aguardentes

A deputada do Partido Socialista dos Açores à Assembleia da República, Isabel Almeida Rodrigues, congratulou, esta quarta-feira, a proposta de decisão do Conselho que autoriza Portugal a aplicar, a partir de 1 de janeiro de 2021, uma taxa reduzida de imposto especial sobre o consumo de produtos alcoólicos, como o rum, os licores e as aguardentes, que sejam produzidos na Região e consumidos na mesma ou em Portugal Continental.

Para a parlamentar socialista, que intervinha na Comissão de Assuntos Europeus, as medidas propostas são fundamentais para o futuro deste setor de atividade, uma vez que a redução deste imposto de consumo é essencial, “não só à manutenção do emprego e à subsistência deste setor de atividade, mas, também, ao seu crescimento e ao desenvolvimento económico das regiões autónomas”, representando ainda um elevado impacto nos setores de atividade que lhe estão associados, como é o caso do setor agrícola.

Isabel Almeida Rodrigues, que apresentava esta quarta-feira o Parecer de que foi nomeada relatora, revelou ainda, na ocasião, que os Açores continuam a suportar custos de produção mais elevados em relação ao continente, decorrentes, entre outros, “do custo dos transportes, do acesso mais dispendioso a matérias primas e equipamentos, do valor mais elevado do salário, em relação ao que é estipulado para o continente, e da necessidade de assegurar stocks de segurança”

Sublinhando, ainda, o aumento significativo da venda dos produtos abrangidos pela derrogação atualmente vigente, e que termina a 31 de dezembro de 2020, a deputada socialista refere que “a caducidade do regime em vigor sem a adoção de uma decisão no sentido da sua prorrogação teria, certamente, consequências muito negativas”.

No essencial, a proposta apresentada estabelece a manutenção da aplicação de uma taxa reduzida em 75% quando os produtos sejam produzidos e consumidos nos Açores, bem como a redução da aplicação da taxa do Imposto Especial de Consumo em 50% quando esses produtos sejam produzidos nos Açores e vendidos em Portugal Continental, alargando, também, o respetivo âmbito de aplicação, ao abranger licores, aguardentes e rum.

“No geral, o projeto de Decisão vem ao encontro dos objetivos visados pelos pedidos apresentados pela Região, ao prever a derrogação do regime em vigor, incluindo nesse regime o rum e acrescentando a possibilidade da comercialização dos produtos contemplados (licores, aguardentes e rum) em Portugal Continental a uma taxa reduzida do IEC em 50%, devendo esta medida ser incorporada em termos do direito nacional, através da alteração do Código dos Impostos Especiais de Consumo”, afirmou Isabel Almeida Rodrigues.

Para a deputada socialista, os desafios particulares que as regiões autónomas enfrentam e que lhes conferem o estatuto de ultraperiferia, têm impactos económicos e sociais que “colocam dificuldades acrescidas ao desenvolvimento destes territórios pelo que, à semelhança do que acontece com muitas políticas nacionais, também as políticas da União Europeia necessitam de ser adaptadas à situação especial e concreta destas regiões, de modo a contribuírem efetivamente para o seu crescimento económico e para a criação de emprego e, por essa via, para a diminuição das desigualdades e cumprimento do objetivo primordial de coesão”.

José Manuel Bolieiro falava durante uma visita à Feira do Gado na Ilha Terceira

Agricultura. Bolieiro defende agroalimentos como valor acrescentado na criação de riqueza


 
O candidato do PSD/Açores a Presidente do Governo Regional disse hoje que os agroalimentos produzidos na Região “são um valor acrescentado para a produção de riqueza”, defendendo “mais e melhores condições para a sua exportação e excelência”.
 
José Manuel Bolieiro falava durante uma visita à Feira do Gado, na Ilha Terceira, onde reforçou a intenção de criar “um conselho científico para a investigação agroalimentar, com vista a potenciar a criação de produtos inovadores e de valor acrescentado”, avançou.
 
“É preciso começar a juntar a ciência à capacidade produtiva, e ao valor acrescentado que os agroalimentos podem dar à nossa economia”, sendo que “a Ilha Terceira está na dianteira nessa matéria, tendo a Universidade dos Açores (UAç) aqui uma importante referência”, considerou.
 
“Esse valor acrescentado é essencial não só para o consumo interno, como também para aumentar a capacidade de exportação, de qualidade e de excelência, com referência à Marca Açores”, acrescentou José Manuel Bolieiro.
 
A proposta do PSD/Açores é de instalar um conselho científico para a investigação agroalimentar, com o envolvimento da UAç e da iniciativa privada, para desenvolver novos produtos nas agroindústrias do arquipélago.
 
Na visita deste domingo, o líder social democrata sublinhou igualmente a importância estratégica da Terceira no contexto regional, “e no âmbito da dimensão nacional e atlântica de Portugal e da Europa, que pode transformar os Açores numa posição geoestratégica global na ligação entre o velho e o novo mundo”.
 
“A Terceira tem uma identidade própria que tem de ser valorizada, e esse posicionamento geostratégico não pode ser, como tem sido, apenas de carácter militar”, disse José Manuel Boliero.
 
O candidato social democrata insistiu na importância de haver alternância na governação regional, “e isso faz-se confiando numa alternativa, que assumo com o projeto do PSD/Açores”, realçando “a credibilidade dessa alternativa para a importância estratégica da democracia”, afirmou.
 
“Em democracia, não podemos ficar eufóricos na vitória, nem depressivos na derrota”, lembrou José Manuel Bolieiro, para quem, “a normalidade é prestar um serviço ao povo, e fazê-lo de alma e coração. O que acontece, aceitando-se a soberania popular”, concluiu.

“Queremos que estas entidades vejam as suas propostas transformadas em medidas concretas da administração regional, em vez de apenas darem parecer a documentos pré-definidos pelo Governo, como acontece atualmente” disse Bolieiro

Bolieiro propõe departamento de Desenvolvimento Sustentável

O presidente do PSD/Açores afirmou que um governo liderado por si contará com um departamento “especificamente dirigido para o desenvolvimento sustentável”, alegando que, para além de cuidar do Ambiente, é necessário “projetar de uma forma estratégica e sustentável o nosso futuro”.

“Este departamento seria transversal a todo o Governo Regional, de modo a mudar em definitivo o paradigma da sustentabilidade, porque não podemos deixar aos nossos filhos os Açores piores do que os encontramos. Não podemos hipotecar o futuro dos nossos jovens e, para isto, também faremos uma aposta forte na literacia ambiental”, afirmou José Manuel Bolieiro, após uma reunião com dirigentes de associações ambientalistas.

Segundo o líder social-democrata, “a sustentabilidade tem de passar a ser um imperativo em todas as políticas públicas setoriais nos Açores e não apenas na secretaria regional que tutela o Ambiente. A sustentabilidade tem de ser uma marca e um desígnio de toda a governação”.

José Manuel Bolieiro defendeu ainda que pretende “reinventar” o modelo de participação das associações ambientalistas na definição das políticas públicas do setor.

“É meu compromisso reinventar o modelo de participação das associações ambientalistas dos Açores na definição das políticas públicas na área do Ambiente. Queremos que estas entidades vejam as suas propostas transformadas em medidas concretas da administração regional, em vez de apenas darem parecer a documentos pré-definidos pelo Governo, como acontece atualmente”, disse.

Para o presidente do PSD/Açores, as associações ambientalistas “têm de ser parceiros efetivos, dotados dos recursos técnicos e humanos necessários, e não meros consultores do Governo Regional”.

“Com esta nova abordagem incentivaremos o associativismo ambiental, porque as associações irão ver a consequência dos seus esforços, do seu trabalho”, frisou.

José Manuel Bolieiro explicou que uma das suas ideias para “reinventar” o modelo de participação das associações ambientalistas é colocar ao serviço destas o “suporte técnico e humano necessário”, para que possam apresentar as suas propostas para o setor “o mais técnica e cientificamente fundamentadas possíveis”.

O líder social-democrata apresentou estes compromissos numa reunião, presencial e por videoconferência, com dirigentes de associações ambientalistas de várias ilhas da Região, nomeadamente a Associação Ecológica Amigos dos Açores, Associação Regional para a Promoção e Desenvolvimento Sustentável do Turismo, Associação de Defesa do Ambiente Gê-Questa, Associação de Turismo Sustentável do Faial, Associação Ambiental Azulinvade e operadores marítimo-turísticos, entre outras personalidades ligadas ao sector

“A verdade é que nada ainda foi dito parecendo que o processo está num impasse o que consideramos lesivo para a saúde humana, animal e ambiental da ilha” afirma António Ventura

Descontaminação. António Ventura quer ouvir o MNE e critica inação do Governo da República


 
O deputado do PSD/Açores na Assembleia da República, António Ventura, pediu hoje uma audição do Ministro dos Negócios em sede de Comissão “para dar explicações sobre o ponto de situação e os desenvolvimentos previstos no processo de descontaminação da Ilha Terceira”.
 
Segundo o social democrata, “após a última reunião da Comissão Bilateral Permanente (Estados Unidos da América-Portugal), ficámos à espera dos esclarecimentos do Governo da República sobre os trabalhos a desenvolver, no âmbito da descontaminação total dos solos e aquíferos da Terceira”.
 
“A verdade é que nada ainda foi dito, parecendo que o processo está num impasse, o que consideramos lesivo para a saúde humana, animal e ambiental da ilha”, afirma António Ventura.
 
“Trata-se de um processo que não pode parar. A descontaminação da Terceira não pode ficar esquecida, e muito menos entrar numa espécie de pingue-ponge de responsabilidades entre os EUA e Portugal, daí querermos ouvir o Ministro Santos Silva sobre o assunto”, considera o deputado do PSD.
 
Ainda recentemente, António Ventura questionou a Guarda Nacional Republicana sobre a investigação a um derrame de combustível no “pipeline” oriundo do Cabrito, que ocorreu em 2016, na freguesia de São Brás, concelho da Praia da Vitória.
 
Segundo o social democrata, essa ocorrência foi “ocultada” da população pelos governos da Região e da República, naquilo que “foi, e continua a ser, um ato de negligência do Estado”, disse então o social democrata.

Esse apoio de emergência continua por cumprir e as Corporações de Bombeiros nem sequer foram ainda contactadas para se determinar a modalidade e o valor do mesmo”, critica o deputado do PSD

Covid-19. Apoio de emergência para os Bombeiros ainda está por cumprir


 
O deputado do PSD/Açores Carlos Ferreira denunciou hoje o incumprimento do governo regional com o apoio de emergência prometido às Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários do arquipélago para fazer face às contingências da pandemia.
 
Passados mais de dois meses sobre a sua aprovação pelo Parlamento dos Açores, o social democrata questiona o executivo sobre “as razões da demora na concretização dessa ajuda de emergência aos Bombeiros Voluntários da Região, sabendo-se das contingências resultantes da pandemia da Covid-19”, avança.
 
Carlos Ferreira lembra que, a 6 de maio passado, e por proposta do grupo parlamentar do PSD/Açores, “foi aprovado por unanimidade o projeto de resolução que recomendou ao governo regional a adoção dessas medidas de apoio de emergência às Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários da Região”.
 
“Esse apoio de emergência continua por cumprir e as Corporações de Bombeiros nem sequer foram ainda contactadas para se determinar a modalidade e o valor do mesmo”, critica o deputado do PSD.
 
A proposta social democrata sublinhou a forma como foram “as associações de Bombeiros foram seriamente afetadas pela crise causada pelo novo coronavírus”, sendo que as mesmas “carecem de apoio para superar o período de contingência que atravessamos, e merecem essas mesmas medidas financeiras de apoio excecional, o que foi reconhecido pelo Parlamento”, reforça Carlos Ferreira.
 
O social democrata quer mesmo saber “se o governo regional reuniu com todas as Associações para determinar o apoio a prestar. E, se assim não for, será que já reuniu com alguma delas, para esse fim?”, questiona.
 
O parlamentar ressalva que “este apoio financeiro extraordinário é de especial pertinência, já que se destina a comparticipar o pagamento de salários, assegurando a manutenção dos postos de trabalho dos bombeiros voluntários assalariados e outros trabalhadores das associações”.
 
“O mesmo será aferido com base na despesa com remunerações ou a título de compensação em função da redução da faturação, devendo a opção por uma destas modalidades de apoio ser negociada com cada instituição em função da sua realidade em concreto”, explica Carlos Ferreira, de acordo com o referido na resolução aprovada.
 
O deputado salienta ainda que os elementos dos corpos de bombeiros e os demais agentes de proteção civil “continuam na linha da frente da intervenção para fazer face à pandemia do novo coronavírus, numa conjugação de esforços com diversas outras classes de trabalhadores e voluntários, e com a população açoriana no seu todo”.
“Agora, mais do que nunca, os órgãos de governo próprio da Região têm de olhar pelos bombeiros dos Açores. Pelo que é urgente saber quando poderão as Corporações de Bombeiros da Região contar efetivamente com o apoio aprovado pela Assembleia Legislativa”, conclui