A social democrata sublinha que “é urgente esse aumento de vagas de forma a dar resposta a uma necessidade que é real”, referiu.

Terceira. PSD defende o aumento de vagas nas Estruturas Residenciais para Idosos


 


A candidata do PSD/Açores pela Terceira às eleições regionais de 25 de outubro, Vânia Ferreira, defendeu hoje “o aumento de vagas nas Estruturas Residenciais Para Idosos (ERPI), face ao número de pessoas inscritas e a aguardar acolhimento naquelas unidades”, avançou.
 
A social democrata sublinha que “é urgente esse aumento de vagas de forma a dar resposta a uma necessidade que é real”, referiu.  
 
“A solidão, o isolamento, a falta de condição habitacional e económica, bem como a ausência de redes de apoio para o suporte necessário à condição de saúde e de dependência dos idosos, levam a que muitas famílias se sintam obrigadas a recorrer à sua institucionalização”, explica.
 
Segundo Vânia Ferreira, “o PSD propõe esse aumento do número de vagas em ERPI, para que os idosos possam ter o acompanhamento adequado e os cuidados de saúde necessários, mas sem nunca descurar a importância da relação e do acompanhamento familiar”, sublinha.
 
A social democrata defende igualmente “a criação de novas ERPI em algumas freguesias da Ilha Terceira, para possibilitar uma resposta mais adequada e personalizada a toda a população”.
 
“Há a possibilidade de criar novas respostas em freguesias de maior dimensão, e com maior número de casos sinalizados, sendo importante considerar a manutenção do idoso no seu lugar de origem, de forma a respeitar a suas raízes e a sua história”, refere a candidata.
 
Para Vânia Ferreira, o PSD pretende “uma maior resposta social para os idosos, que representará, sem dúvida, uma melhoria das suas condições de vida e da estabilidade emocional, dos próprios e das suas famílias”, concluiu.

Santa Clara com dois jogos e duas vitórias

Santa Clara vence em jogo de preparação

Num encontro entre equipas da I Liga portuguesa de futebol o Santa Clara vence por 2-1 em jogo de preparação, disputado no Estádio Municipal do Aves, em Vila das Aves.

Foi o Santa Clara a marcar primeiro, ainda ao longo da primeira parte, por Thiago Santana.

No início da segunda parte, os comandados por Daniel Ramos voltaram a marcar, dilatando a sua vantagem, por Rafael Ramos.

O Nacional apenas logrou reduzir por Kenji Gorré quando faltavam poucos mais de dez minutos para o final do encontro.

É fundamental que o próximo governo dos Açores seja um elo de ligação entre as empresas e a UAç criando plataformas de entendimento

Terceira. PSD quer empresas a aproveitar o conhecimento científico produzido na UAç


 
O PSD/Terceira defendeu hoje que o próximo governo regional, “sob a liderança do PSD, incentive a cooperação entre as empresas e a Universidade dos Açores (UAç), com vista a incluir os conhecimentos científicas da academia, no âmbito dos agroalimentos”.
 
Rui Espínola, vice-presidente da estrutura local dos social democratas entende que é fundamental “as empresas encontrarem na UAç o parceiro primordial para a inovação, para a produção, para a criação e comercialização de novos produtos com valor acrescentado que possam gerar riqueza e emprego”, disse.
 
“Assim, é fundamental que o próximo governo dos Açores seja um elo de ligação entre as empresas e a UAç, criando plataformas de entendimento e mecanismos facilitadores da disponibilização do seu conhecimento científico às empresas da Região”, explicou.
 
Segundo o social democrata, a Faculdade de Ciências Agrárias e do Ambiente da Universidade dos Açores, sediada em Angra do Heroísmo, “pode contribuir para uma maior e melhor produção de agroalimentos, pois tem conhecimento científico adquirido, capacidade instalada e recursos humanos e técnicos qualificados para o efeito”.
 
“É necessário e importante aproveitar esse conhecimento, colocando-o ao serviço da produção, dos nossos empresários e da nossa indústria”, referiu.
 
Rui Espínola aponta mesmo “a uma redução do nível de importação de variadíssimos produtos agroalimentares, quando está comprovado que temos capacidade para os produzir com qualidade e comercializá-los no mercado interno, reduzindo a dependência do exterior”, acrescenta.
 
“Defendemos uma estratégia de compromisso com a criação de riqueza, emprego e autossustentabilidade alimentar dos Açores, e para isso temos de aumentar a produção de agroalimentos em termos quantitativos e qualitativos, abastecendo o mercado interno, mas também criando produtos de valor acrescentado, capazes de competir com sucesso no mercado externo”, disse ainda o vice-presidente do PSD/Terceira

Determinou por fim a Senhora juiz extracção de certidão do processado e remessa dele ao Ministério Público para eventual instauração de procedimento criminal

TRIBUNAL JUDICIAL DA COMARCA DOS AÇORES


PRESIDÊNCIA


Habeas corpus


O Tribunal Judicial da Comarca dos Açores através de Senhora juiz de turno decidiu ontem declarar procedente providência de “habeas corpus” interposta por quatro
cidadãos alemães no dia 24.8.2020, privados da liberdade sucessivamente em duas unidades hoteleiras da ilha de São Miguel.

No dia 1.8.2020, chegaram à ilha,
provenientes da República Federal da Alemanha, onde nas 72 horas anteriores tinham realizado um teste para determinação de COVID-19, com resultado negativo e cujas cópias entregaram à Autoridade Regional de Saúde no aeroporto de Ponta Delgada.

No dia 7.8.2020 duas das cidadãs realizaram segundo teste para determinação da COVID-19 e no dia 10.8.2020 os outros dois realizaram o mesmo teste, tendo o resultado de
uma das primeiras sido positivo e os dos demais negativos.

Nesta sequência, foi-lhes dada, a todos, ordem de isolamento profiláctico subscrita pelo Delegado de Saúde de Lagoa pelo período de 8.8.2020 a 22.8.2020, mas que permanecia em execução no dia
da decisão sobre o pedido de “habeas corpus” (26.8.2020).

Uma das cidadãs internadas
padeceu, no ínterim, de doença, e por isso, todavia sem sucesso, pediu auxílio através do número disponibilizado pelo Autoridade Regional de Saúde; e, em dia posterior ao dia 24.8.2020, questionando um funcionário do hotel a propósito, foi-lhes por este transmitido que nenhum deles se podia ausentar do respectivo quarto.

A decisão de privação de liberdade promanada da Autoridade Regional de Saúde assentou apenas em
circulares normativas emitidas pela mesma e pela DGS, que consubstanciam orientações administrativas não vinculativas para os requerentes, mas apenas para as
mencionadas autoridades e respectiva cadeia hierárquica; aos cidadãos requerentes nunca foi transmitida qualquer informação, comunicação, notificação, como é devido nos termos da Convenção Europeia dos Direitos do Homem, na sua língua materna; e
nem a privação da liberdade foi, entre o seu início (8.8.2020) e a data da submissão para apreciação do “habeas corpus” sujeita a qualquer escrutínio judicial.

Determinou, por fim, a Senhora juiz, extracção de certidão do processado e remessa dele ao Ministério
Público para eventual instauração de procedimento criminal.
O juiz Presidente,
Pedro Soares de Albergaria

Foi absolutamente abusiva e irresponsável a utilização dos dados do desemprego para a promoção do Governo dos Açores

UMA REGIÃO A CORES

TEXTO DE SOFIA RIBEIRO*

Por diversas vezes tenho mencionado a importância de se fazer análises precisas dos indicadores de desenvolvimento da nossa Região e das nossas empresas (em especial do setor público empresarial), pois apenas com recurso a um “retrato” completo é possível definir com seriedade políticas públicas que se concretizem em melhores condições de vida. Não é rara a utilização enviesada da estatística, condicionada por estudos parciais de dados habilmente selecionados, dirigindo os factos para campanhas partidárias ou de promoção dos Governos, e frequentemente é necessário desmontar os dados que nos são apresentados, no interesse comum.


É o que sucede das reações do Governo Regional e do Partido Socialista dos Açores aos últimos dados trimestrais do desemprego nos Açores. Sem desprimor das iniciativas europeias, nacionais e regionais de proteção ao emprego durante a pandemia, foi absolutamente abusiva e irresponsável a utilização dos dados do desemprego para a promoção do Governo Regional. Utilizar a redução do desemprego para promover o Governo assumiu contornos de oportunismo bacoco, quando essa diminuição resultou de uma natural quebra de indivíduos à procura de emprego, face à pandemia que enfrentamos e às medidas de confinamento que foram necessárias.

É verdade que o desemprego na região diminuiu, pois era de 8,2% no segundo trimestre de 2019 e foi de 4,9% de março a junho deste ano. Contudo, como consta do relatório do Serviço Regional de Estatística, a diminuição do desemprego na comparação com o mesmo período do ano passado “deveu-se à diminuição do número de desempregados à procura do primeiro emprego, que passaram de 2.242 para 473 indivíduos (-78,9%), e também dos desempregados à procura de novo emprego, que passaram de 8.068 indivíduos para 5.322 indivíduos (-34,0%)”. De acordo com esta mesma fonte oficial, o emprego diminuiu 2,1% na comparação com igual período do ano passado, tendo-se verificado uma diminuição da população ativa e, portanto, disponível para o trabalho, em 5,6%.


Sendo esta uma situação que decorre de uma pandemia, tem subjacente uma questão que tem sido subvalorizada, nomeadamente a que respeita à taxa de atividade nos Açores, inferior à do País e da União Europeia. Na relação com o total da população, temos menos cidadãos entre os 15 e os 64 anos disponíveis para o emprego, sendo este um dado correlacionado com a pobreza. A este respeito, não deixam de ser interessantes as declarações do anterior Presidente do Governo Regional, Carlos César, quando refere que os indicadores não correspondem à realidade económica e social, dado o trabalho não declarado e a economia informal nos Açores. Todos nós conhecemos situações de indivíduos que não aceitam declarar o trabalho para não perderem o direito ao rendimento social de inserção, ou para fugir aos impostos. Ora, esta é uma questão de fulcral importância, nem que seja por maior justiça social e de subsistência do Estado Social, e não podemos continuar a assobiar para o lado relegando para a República um controlo que não deve deixar de ser feito pela Região.


De nada interessa, portanto, pintar a Região de cor de rosa, é urgente pintá-la com cores variadas, para que possamos progredir.


http://www.facebook.com/maisacores
*sribeiro.maisacores@gmail.com

O Tribunal dos Acores desaplicou, por orgânica e materialmente desconformes com a Constituição da República, a circular normativa e a resolução do Governo Regional em que assentou a privação da liberdade

MAIS UMA DERROTA DA AUTORIDADE DE SAÚDE REGIONAL E DO DIRETOR REGIONAL DA SAÚDE DOS AÇORES Mais presos mandados em liberdade TRIBUNAL JUDICIAL DA COMARCA DOS AÇORES PRESIDÊNCIA = Comunicado de Imprensa =(Habeas corpus) 14Agosto2020 O Tribunal Judicial da Comarca dos Açores, através de Senhora juiz de turno, decidiu ao fim da tarde de ontem […]

O Tribunal dos Acores desaplicou, por orgânica e materialmente desconformes com a Constituição da República, a circular normativa e a resolução do Governo Regional em que assentou a privação da liberdade

O padre Júlio Alexandre Rocha afirma que esta iniciativa “é uma experiência importante” para os jovensO padr

Portugal: Jovens do Caminho Neocatecumenal em peregrinação na Ilha Graciosa

Padre Júlio Alexandre Rocha destaca «experiência importante» para os jovens e comunidades locais

O Caminho Neocatecumenal está a dinamizar uma Peregrinação Jovem com o lema ‘redescobrir Jesus’, para cerca de 60 jovens, na Diocese de Angra, mais concretamente em Santa Cruz, na Ilha Graciosa.

“Neste momento de pandemia, em que não pudemos fazer nada, é uma motivação para os jovens e para a comunidade verificar que, apesar de tudo, a Igreja está viva e há muitas coisas a acontecer, com dinâmica e com sentido evangélico”, disse ouvidor e pároco de Santa Cruz.

O padre Júlio Alexandre Rocha afirma que esta iniciativa “é uma experiência importante” para os jovens e sublinha que também “é muito interessante” para a Ilha Graciosa, uma vez que muitas das atividades são partilhadas com a comunidade local.

A Peregrinação Jovem organizada pelo Caminho Neocatecumenal “para cerca de 60 jovens” das ilhas da Madeira, dos Açores e Portugal continental tem como tema ‘redescobrir Jesus’ e a duração de seis dias.

Os jovens vão desenvolver momentos de oração na Praça Fontes Pereira de Melo da Vila de Santa Cruz, onde o encontro começou esta terça-feira e regressam quinta e sexta-feira, respetivamente a partir das 21h00 locais e às 19h00; Hoje estão numa caminhada ao Monte da Ajuda, e vão realizar reflexões no Pavilhão Desportivo de Santa Cruz, onde desenvolvem também atividades abertas à comunidade.

Os jovens vão também realizar a dinâmica missão dois a dois pelas paróquias da ilha e animar a Eucaristia em Santa Cruz, às 11h00 (mais uma hora em Portugal continental) deste domingo, 30 de agosto.

O encontro nacional conta com a assistência de uma equipa de catequistas da zona Açores, Madeira e Cabo Verde do movimento composta por quatro elementos: Um casal de catequistas sénior, um jovem e um sacerdote.

O padre Júlio Alexandre Rocha explicou que o acampamento do movimento tem grande acolhimento da população e cumpre todas as regras e normas de segurança.

O Caminho Neocatecumenal está nos Açores desde 2004, com o agora bispo emérito de Angra, D. António de Sousa Braga, com presença em em oito paróquias onde existem 13 comunidades neocatecumenais, nas ilhas de São Miguel (7) da Terceira (4) e Pico (2).

Reconhecido pela Igreja Católica, como um itinerário de formação válido para a sociedade e os dias de hoje, o Caminho Neocatecumenal nasceu em Espanha, em 1964, por iniciativa do pintor e músico Kiko Argüello e da missionária Carmen Hernández, já falecida.

O movimento chegou a Portugal por volta de 1969, quando Kiko Argüello foi viver para a Penha de França, no Patriarcado de Lisboa, e, atualmente, conta com mais de 300 comunidades espalhadas pelas dioceses portuguesas.

Hoje em dia muitos vivem sem nada é o governo que ajuda que apresenta soluções que define o que é ou que não é cultura que dá o auxílio, o subsídio e a casa

Ao povo açoriano que nada tem

Opinião de Almerindo Àzera

Hoje em dia ser Açoriano é mendigar por apoios e viver em subserviência do poder político.

Aqueles que chegaram às Ilhas eram despojados de tudo; refizeram a sua vida a partir do que tiravam, dava a terra e do mar – sobreviveram, lutaram pela sua subsistência, criaram uma comunidade de que nos orgulhamos. Hoje em dia, muitos vivem sem nada, é o governo que ajuda, que apresenta soluções, que define o que é ou que não é cultura, que dá o auxílio, o subsídio e a casa. E a partir do momento em que estes apoios superam a riqueza do próprio trabalho, podemos dizer que não somos donos de nada, abdicamos dos nossos princípios, valores e ideologias.

Desapareceu o espírito do açoriano, forjado por séculos de insularidade? O povo açoriano tinha capacidade de resistência ou a religiosidade de um povo que nunca o fez desistir, a insularidade ajudou a definir o modo de ser, de estar, de pensar e de agir, eramos livres, criativos, engenhosos e fomos responsáveis pela difusão dos ideais liberais pelo país.

Fomos nós os açorianos que sempre defendemos, ao longo da nossa História, uma menor intervenção do Estado na economia e na sociedade, a liberdade de comércio e os direitos individuais, indo contra o poder centralizado. Hoje em dia, vivemos submissos a um governo centralista e paternalista.

Vitorino Nemésio quando criou, em 1932, o conceito da “açorianidade”, escreveu a sua emblemática frase: “Para nós, açorianos, a Geografia vale outro tanto como a História”.

Os açorianos não aproveitaram a sua vocação atlântica e a sua importância geoestratégica. Somos uma das regiões mais pobres da Europa, pior que ser pobre é a ciência comprovar que nascer pobre é uma das principais razões para o insucesso, caminhamos para nada ter.

Em 2013 o governo Açoriano considerou os Açores como parte das “autoestradas do Mar” com a criação de um grupo de trabalho para desenvolver o projeto do ‘hub’ atlântico no Porto da Praia da Vitória.

Onde está o proclamado hub marítimo? Afirmar que somos um povo ambicioso é uma confirmação de outros tempos. Atualmente, preferimos deixar o poder na mão do governo alimentando as elites politicas, esquecemos da ambição individual, somos um povo que nada tem. Renunciamos á nossa liberdade de criar riqueza própria, vivemos subjugados aqueles que nos governam. Glorificamos a história e os feitos alcançados no passado, mas não conseguimos valorizar a geografia.

A riqueza atual do povo Açoriano (expressão que os colonialistas desejam retirar da Constituição) está assente na história, noutros tempos de glória, na insularidade que moldou uma cultura e uma identidade própria. Mas infelizmente, vão nos distraindo, acabando com a autonomia de uma região e do seu povo.

A realidade é que os factos não mentem.
Os Açores são governados sem ambição, sem visão, sem a garra que nos caracteriza – e por achismos e conveniências políticas. O povo Açoriano não pode tolerar que tudo seja imposto por uma elite iluminada que diz tudo saber, tudo ver, tudo antecipar.

Faz-me confusão quando alguns no poder desferem ataques básicos e vazios de conteúdo aqueles que ousam questionar. Quando não querem trazer seriedade e objetividade às divergências, quando o certo seria reconhecer o trabalho, o estudo, e pôr em cima da mesa os dados para cooperar.

Mais importante do que as personalidades e o mediatismo regionais são as ideias que se defendem. Todos sabemos: as pessoas passam, mas as ideias ficam. E as ideias de subserviência ao poder político têm servido mal os açorianos. Um povo despojado de bons princípios políticos é um povo que nada tem.

Precisamos de menos influência política na nossa vida quotidiana. Queremos garantir que o povo açoriano será autónomo para voltar a decidir como quer criar a sua própria riqueza. Precisamos de mais liberdade, mais autonomia e responsabilização da economia e da sociedade civil.

É um imperativo reavivar o povo Açoriano. Necessitamos de um povo alerta, informado e com capacidade de ver além do imediato. Precisamos de um povo com mais liberdade para agarrar o seu destino. O caminho é longo e não tem atalhos – será feito com passadas seguras e sólidas.


*Apoiante da Iniciativa Liberal – Açores

Corpos Gerentes do Sport Clube Praiense

Foram eleitos os novos corpos gerentes do Sport Clube Praiense em  reunião da assembleia geral na passada semana

Assembleia-Geral:


Presidente: Berto Graciliano de Almeida Cabral.

Vice-Presidente: Nuno Miguel Leal Ribeiro.

Secretário: Nuno Miguel da Silva Monteiro.

Vogal: Alvarino Ferraz da Rosa Meneses Pinheiro.


Direção:


Presidente: Roberto Carlos Gomes de Andrade.

Vice-Presidente: Rui Manuel da Silva Azevedo.

Secretário: Marco Aurélio da Silva Fagundes.

Tesoureiro: Ricardo Jorge Vieira da Silva.

Vogais:

Libânio Miguel Correia da Silva.

José Enes Martins Toledo.

Joaquim Augusto Pereira Santos Rego.

Adriano Manuel Borges Pinheiro.

Abel dos Santos Teixeira Gomes Freire.

João Manuel Pereira da Rocha.

Conselho Fiscal:


Presidente:

Luís Vasco Picanço Cunha.

Vice-Presidente: Clélio Ribeiro Parreira Toste de Meneses.

Secretário: Paulo Alexandre Leal Rocha.