O novo Terminal de Cargas da Aerogare Civil das Lajes é muito importante para a economia da Ilha Terceira”, declarou Pedro Pinto

CDS-PP defende avaliação do novo Terminal de Cargas das Lajes

O deputado Pedro Pinto, do Grupo Parlamentar do CDS-PP, defendeu nesta quarta-feira a realização de uma avaliação do projeto de conceção e construção do novo terminal de cargas da Aerogare Civil das Lajes.


De acordo com o deputado do CDS-PP, “é preocupante que, tendo o novo terminal de cargas da Aerogare Civil das Lajes sido inaugurado há pouco mais de um mês, já os operadores económicos que utilizam esta infraestrutura tenham manifestado publicamente falhas que são consideradas graves, não só por se tratar de uma obra nova, mas também porque demorou cerca de década e meia a ser projetada e edificada, pelo que houve tempo suficiente para a conceber atendendo às necessidades futuras”.


“Por comparação com o anterior terminal de cargas, tem havido críticas que apontam para a excessiva exposição do novo edifício aos elementos atmosféricos, que dificulta manobras e pode danificar a carga”, explicou o deputado. “Verifica-se ainda uma perda significativa de capacidade de armazenamento em frio, bem como vários condicionamentos, quer no parque de estacionamento quer no interior, às manobras de máquinas e veículos e às operações de carga e descarga”.


“O novo Terminal de Cargas da Aerogare Civil das Lajes é muito importante para a economia da Ilha Terceira”, declarou Pedro Pinto, pelo que recomenda ao Governo Regional que “identifique em que medida esta infraestrutura e seus equipamentos não satisfazem os requisitos da função para que foram projetados ou adquiridos, devendo proceder-se às alterações possíveis e necessárias para corrigir esses erros”.

O deputado Mário Tomé vitima de um AVC (em atualização)

Esta tarde o deputado Mário Tomé foi vitima de um AVC na cidade da Horta.

O deputado do PS Açores Mário Tomé estava a participar nos trabalhos da Comissão de Economia presidida por Sérgio Ávila.

Entretanto o deputado Mário Tomé foi atestar o carro e sofreu um AVC no posto de abestecimento, sendo socorrido de imediato e transportado para o Hospital da Horta.

Paulo Moniz lembrou que, já a 29 de janeiro, “alertei para uma circunstância particular de, nas seis ilhas dos Açores que não têm hospital, ser muito urgente a vacinação de pessoas com mais de 65 anos”, frisou

Covid-19. Paulo Moniz exorta Governo a priorizar os Açores no processo de vacinação



O deputado do PSD/Açores da Assembleia da República, Paulo Moniz, exortou ontem o Governo a tomar “ações concretas” para que os Açores tenham uma “priorização no processo de vacinação, especialmente para os cidadãos com mais de 65 anos, nas seis ilhas sem hospital”, avançou.

Intervindo na Comissão de Assuntos Europeus, o social democrata questionou o Ministro dos Negócios Estrangeiros sobre o assunto, lembrando “que deve ser evitada uma situação que pode vir a ser dramática, com um número de doentes elevado face à dimensão da ilha – no caso, a de São Miguel – e à capacidade de resposta atualmente existente”.

Paulo Moniz lembrou que, já a 29 de janeiro, “alertei para uma circunstância particular de, nas seis ilhas dos Açores que não têm hospital, ser muito urgente a vacinação de pessoas com mais de 65 anos”, frisou.

E acrescentou que, “no passado fim de semana, havia 17 internados com Covid-19 no Hospital de Ponta Delgada [HDES], dos quais 5 em Unidades de Cuidados Intensivos, e inclusivamente uma doente que foi evacuada para o Continente.

Segundo o deputado açoriano, deve atender-se a que, “no atual contexto da ilha de São Miguel, a variante britânica está a exibir preponderância, aliás como acontece no quadro nacional, mantendo-se assim a minha preocupação de há 2 meses, que é hoje extremada”, explicou.

Acreditando “que o próprio Ministro [Augusto Santos Silva] está a par da situação e corrobora com esta preocupação, pretendia saber que medidas estão em curso a esse nível, possivelmente até reforçadas pelo facto de Portugal ter agora a presidência do Conselho da União Europeia”, sublinhou.

“Isto de modo a evitar que fiquem pessoas encurraladas, numa realidade de ilha, que, por si só, justifica ações prioritárias no processo de vacinação contra a Covid-19”, concluiu Paulo Moniz.

Luís Soares explica que “questionamos o governo no sentido de saber se estão agendadas algumas medidas para resolver os problemas que foram apresentados pelos nossos empresários”

PSD questiona Governo Regional sobre problemas no Terminal de Cargas da Aerogare Civil das Lajes


 
Os deputados do PSD/Açores eleitos pela Ilha Terceira questionaram o Governo Regional sobre os problemas de funcionamento prático surgidos no novo Terminal de Cargas da Aerogare Civil das Lajes.
 
“Trata-se de uma estrutura herdada do anterior governo, cuja obra este executivo recebeu já na sua fase final, pelo que se impôs a respetiva inauguração e entrada em funcionamento”, sublinha o social democrata Luís Soares.
 
O deputado recorda que a necessidade de um Terminal de Cargas nas Lajes se fez sentir “durante muitos anos, tendo passado quase década e meia desde a promessa até à construção da obra, com os vários governos do Partido Socialista a causarem, assim, claros prejuízos à economia da Ilha Terceira”.
 
“Em causa está uma obra que custou 4,6 milhões de euros e que, face ao muito tempo que espaçou a sua conceção e a sua construção padece de uma clara desatualização, que deve ser imputada a quem a promoveu”, afirma Luís Soares.
 
A infraestrutura foi inaugurada há pouco mais de um mês, e motivou críticas por parte dos empresários, nomeadamente pela falta de estacionamento, a falta de um cais para a descarga de pescado, a pouca capacidade das câmaras frigoríficas para armazenamento de carga, e também o espaço disponibilizado para os transitários, que se mostra escasso, obrigando a fazer o carregamento de viaturas e a conferência da carga à mercê das condições climatéricas
 
Luís Soares explica que “questionamos o governo no sentido de saber se estão agendadas algumas medidas para resolver os problemas que foram apresentados pelos nossos empresários”, frisando, “sendo uma obra promovida e projetada pelo anterior governo regional, queremos saber se há a intenção de promover intervenções naquela infraestrutura”, concluiu.

A parlamentar socialista evidenciou a experiência do governo do Partido Socialista no desenvolvimento de projetos estratégicos para alavancar e potenciar Portugal a nível internacional

União Europeia deve aproveitar potencial das Regiões ultraperiféricas, defende Lara Martinho

A deputada do Partido Socialista dos Açores à Assembleia da República, Lara Martinho, considerou que a realidade regional europeia que as Regiões Ultraperiféricas (RUP) constituem, está bem evidente no programa de trabalho da Presidência Portuguesa da União Europeia, no qual se olha “não só para as respostas que é necessário dar-se às especificidades e necessidades das RUP, mas também para o potencial que elas trazem para o desenvolvimento da própria União Europeia”, defendendo que a União Europeia deve aproveitar o potencial das Regiões ultraperiféricas.

Nesse âmbito, a parlamentar socialista evidenciou a experiência do governo do Partido Socialista no desenvolvimento de projetos estratégicos para alavancar e potenciar Portugal a nível internacional, envolvendo as suas regiões autónomas, o que no caso dos Açores, permitiu o desenvolvimento de investimentos como o Air Centre, o Porto Espacial ou o Centro de Operações Space Surveillance and Tracking.

No decorrer da audição, e sublinhando estarmos a meio da Presidência Portuguesa da União Europeia, que ficou marcada “por esta pandemia, pelas consequências económicas e sociais também dela decorrentes e também num contexto muito importante de apoio a todos os Estados-membros”, a parlamentar socialista, que interpelava no âmbito da Comissão de Assuntos Europeus, o Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, após o Conselho Europeu de 25 e 26 de março, referiu a atenção transversal que Portugal irá dar às especificidades das RUP nas suas várias políticas, conforme evidenciado no programa de trabalho.

“Desde logo na Política de Coesão, mas também na Política Agrícola, nomeadamente o POSEI, nos oceanos, na área do ambiente, mas também áreas estratégicas como a Política de transporte aéreo e marítimo, de forma a reduzir o défice de acessibilidade ao continente europeu, e medidas especificas também para o setor do Turismo, que tem sido também devastado por esta pandemia e que tem um impacto muito significativo na economia destas regiões”, lembrou Lara Martinho, referindo ainda “a política de espaço e, claro, o processo de vacinação que é também muito relevante para estas regiões e em particular para os Açores”.

Nesse sentido, e passados cerca de três meses desde o início da Presidência Portuguesa da União Europeia, a vice-presidente do GPPS solicitou um balanço deste período, no âmbito do trabalho que se propuseram a desenvolver em colaboração com a Conferência dos Presidentes das RUP.

Em resposta, a Secretária de Estado dos Assuntos Europeus, Ana Paula Zacarias, recordou que no quadro do Plano de Recuperação e Resiliência os Açores receberam 580 milhões de euros e 117,5 milhões no quadro do REACT-EU, destacando ainda as boas condições alcançadas no âmbito da negociação para a execução dos fundos, que incluem: “regras de concentração temáticas mais flexíveis, o acordo da dotação adicional do FEDER, a possibilidade de investimento produtivo a não PME’s, a possibilidade de investimento em infraestruturas aeroportuárias, e também janelas de oportunidade nos programas de gestão centralizada, o Horizonte Europa, o Life e Europa Digital”.

De acordo com Ana Paula Zacarias, e destacando a importância das Regiões Ultraperiféricas no quadro europeu, “estamos disponíveis, sobretudo neste ano em que se cruza a Presidência da União Europeia com a presidência dos Açores da Conferência dos Presidentes das Regiões Ultraperiféricas, a estar presentes e a trazer connosco os representantes dos diferentes governos, de Espanha e de França, às reuniões que sejam organizadas neste âmbito”.

Nesse sentido, a Secretária de Estado dos Assuntos Europeus manifestou a intenção de que no próximo Conselho de Assuntos Gerais, a realizar-se no próximo dia 17 de maio, em Coimbra, a ter um ponto sobre as RUP, convidando representantes dos três governos para apresentação de projetos emblemáticos nas Regiões Ultraperiféricas, de forma a demonstrar aos restantes Estados-membros a importância e o valor destas regiões para a União Europeia.

“Nós queremos trazer essa imagem positiva das RUP, mostrá-las como laboratórios europeus de áreas que são vitais para a União Europeia em termos da sua biodiversidade ou em termos de projetos muito interessantes que têm sido desenvolvidos na área da energia ou na área do turismo sustentável, onde Portugal e as suas Regiões Ultraperiféricas dão cartas”, afirmou Ana Paula Zacarias.

O bispo de Angra disse aos padres da Vigararia do Ocidente – Ilhas do Faial, do Pico, das Flores e do Corvo – que é preciso aprender a “linguagem da pobreza”

Bispo DE ANGRA incentiva clero a aprender «a linguagem da pobreza»

Na Missa de renovação das promessas sacerdotais, D. João Lavrador lembrou que diocese está convocada a refletir sobre «a missão evangelizadora»

O bispo de Angra disse aos padres da Vigararia do Ocidente – Ilhas do Faial, do Pico, das Flores e do Corvo – que é preciso aprender a “linguagem da pobreza”, porque a “Boa Nova é anunciada aos pobres”.

“Há uma linguagem dos pobres e esta só se aprende no despojamento, no abandonar-se e na experiência da austeridade, da simplicidade e ascese”, disse D. João Lavrador nas promessas sacerdotais do clero, esta terça-feira, na igreja matriz da Horta.

Na homilia enviada à Agência ECCLESIA, o bispo de Angra indicou que só a partir da conversão pessoal e em presbitério se pode “sonhar” em traduzir a mensagem profética de proclamar a Boa Nova aos pobres na realidade concreta do mundo.

“É tempo de conversão, de renovação, de nos questionarmos sobre o que somos e como somos, alterar comportamentos e modos de vida. Só em sintonia com o Evangelho responderemos às exigências da evangelização dos pobres, dos excluídos, dos prisioneiros e marginalizados”, desenvolveu.

O responsável preside hoje à Missa Crismal, com os padres da ilha Terceira, às 20h00 locais, na Sé de Angra.

O bispo da diocese açoriana lembrou, que no contexto da caminhada sinodal, as comunidades, grupos, movimentos e instituições estão convocados para a “reflexão sobre a missão evangelizadora” no mundo hoje.

No final da homilia, D. João Lavrador disse aos sacerdotes que são chamados a acolher, a defender e acompanhar “todos os que têm necessidade de cuidado e de ajuda” como São José.

O bispo de Angra vai presidir às celebrações do Tríduo Pascal e domingo de Páscoa na Sé, com a participação de fiéis e transmissão online e pelos meios de comunicação social.

Secretaria Regional da Cultura, da Ciência e Transição Digital promove atividades sobre o património da Ilha do Corvo

A Secretaria Regional da Cultura, da Ciência e Transição Digital, através da Direção Regional da Cultura, promove, a partir de hoje, diversas atividades destinadas aos mais novos sobre o património da Ilha do Corvo.

No âmbito desta iniciativa, o Ecomuseu do Corvo preparou várias iniciativas dirigidas aos alunos da EBS Mouzinho da Silveira.

Para além de desenvolverem as capacidades de concentração e o raciocínio lógico, as atividades promovem a sensibilização para a conservação, proteção e valorização do património cultural.

Essas ações pedagógicas realizam-se hoje, 31 de março, pelas 14h00, no Espaço Cultural Multiusos do Corvo.

Noutra vertente, durante as férias da Páscoa, o Ecomuseu do Corvo promove também atividades para crianças e jovens, com o objetivo de estimular a imaginação, a criatividade e demonstrar como aprender pode ser divertido.

Nesse sentido, a instituição preparou ainda duas sessões de cinema, em que os alunos da EBS Mouzinho da Silveira poderão visionar dois filmes com interesse histórico, exibições que acontecem esta quinta-feira, 1 de abril.

Em todas as atividades, as crianças e jovens serão acompanhados pelos técnicos do Ecomuseu.

Serão cumpridas as regras de higiene, distanciamento social e uso obrigatório de máscara social.

O Ecomuseu do Corvo tem ainda disponíveis para a comunidade a requisição de livros para as leituras da Páscoa, que poderão ser requisitados na Casa do Tempo.

A Direção Regional da Cultura informa que este e outros eventos estão disponíveis para consulta na Agenda Cultural do Portal CulturAçores, através do endereço http://www.culturacores.azores.gov.pt/agenda/.

Em 2021 regista-se um incremento de 300 mil euros relativamente a 2020 alcançando-se dessa forma um valor de 1 milhão e 800 mil euros”, referiu o deputado do PSD/Açores 

Pico. PSD congratula-se com aumento de verbas para a Paisagem Tradicional da Cultura da Vinha


 
O deputado do PSD/Açores Marco Costa PSD congratulou-se com o aumento das verbas inscritas no Plano e Orçamento para 2021 (PO2021), “que visam a manutenção da Paisagem Tradicional da Cultura da Vinha”, adiantou.
 
Nas audições realizadas ao Governo Regional, no âmbito do PO2021, e após ser ouvido o Secretário Regional do Ambiente e Alterações Climáticas,o social democrata realçou “o aumento de verbas direcionadas à Paisagem Património Mundial, mas que terão impacto direto no rendimento dos vitivinicultores, apresentando-se como um fator essencial para a afirmação dos territórios desfavorecidos”, disse.
 
“Em 2021, regista-se um incremento de 300 mil euros, relativamente a 2020, alcançando-se dessa forma um valor de 1 milhão e 800 mil euros”, referiu o deputado do PSD/Açores.
 
Para Marco Costa, os apoios à reabilitação da paisagem tradicional da cultura da vinha em currais na ilha do Pico, e à manutenção de paisagens, bem como os sistemas de incentivos à manutenção de paisagens tradicionais da cultura da vinha, “tornam-se fulcrais para a continuidade das paisagem reabilitadas ao abrigo do programa VITIS, sendo ainda um fator fundamental para o reforço e afirmação do Enoturismo”, concluiu

O “Programa Regressar” não exclui os residentes com domicílio fiscal nas Regiões Autónomas permitindo-lhes beneficiar da exclusão de tributação de 50% dos rendimentos

Os grupos parlamentares do PSD, CDS-PP e PPM entregaram esta terça feira no Parlamento açoriano um projeto de resolução que recomenda ao Governo da República a integração da Região no “Programa Regressar”, que apoia os emigrantes portugueses que pretendem voltar ao nosso país.


 
A proposta apresentada pretende “a consagração da igualdade de direitos, através de uma retificação imediata que permita aos emigrantes que regressem às Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira beneficiarem dos respetivos apoios, nas mesmas condições que os demais”, adianta uma nota de imprensa conjunta.
 
O “Programa Regressar” foi criado em março de 2019, na sequência da saída de cerca de 485 mil portugueses entre 2011 e 2014, “muitos integrando uma das nossas gerações mais qualificadas de sempre “, pretendendo então compensar o impacto significativo na população ativa, que foi na ordem das 300 mil pessoas”, explicam.
 
Aquela iniciativa do Governo da República define o apoio, no regresso a Portugal, a trabalhadores que tenham emigrado, ou aos seus descendentes, para fazer face às necessidades de mão de obra que hoje se fazem sentir nalguns sectores da economia portuguesa.
 
Visa assim reforçar a criação de emprego, o pagamento de contribuições para a segurança social, o investimento e o combate ao envelhecimento demográfico, “sabendo-se que houve um saldo migratório negativo anual entre 2011 e 2016, com consequências claras no mercado de trabalho”, referem os partidos açorianos da Coligação.
 
Os deputados do PSD, CDS-PP e PPM destacam que aquele programa inclui “medidas concretas e relevantes no incentivo ao regresso dos nossos emigrantes, como apoio financeiro, comparticipação nos custos de viagem para Portugal, nos custos de transporte de bens e com o reconhecimento de qualificações académicas ou profissionais dos destinatários apenas em território nacional”.
 
No que diz respeito às medidas de apoio fiscal, o “Programa Regressar” não exclui os residentes com domicílio fiscal nas Regiões Autónomas, permitindo-lhes beneficiar da exclusão de tributação de 50% dos rendimentos do trabalho dependente e dos rendimentos empresariais e profissionais dos sujeitos passivos”.
 
“Acontece que só abrange, na totalidade, os emigrantes que iniciem atividade em Portugal continental, entre 1 de janeiro de 2019 e 31 de dezembro de 2023, excluindo os que sejam dos Açores ou da Madeira, e que pretendam regressar, pelo que a nossa proposta quer repor a justiça da iniciativa, porquanto o Estado não se pode desresponsabilizar de uma obrigação que é sua pois, de momento, impõe desigualdades entre cidadãos e promove um tratamento diferenciado entre regiões do mesmo país”, concluem os parlamentares da Coligação açoriana.