Nuno Barata afirmou que o aumento dos rendimentos dos trabalhadores redunda sempre numa economia mais forte e pujante

Defende Nuno Barata, Iniciativa Liberal

Aumento dos rendimentos dos trabalhadores redunda sempre em melhor economia

O Deputado da Iniciativa Liberal no Parlamento Açoriano, Nuno Barata, afirmou, esta quinta-feira, que o aumento dos rendimentos dos trabalhadores redunda sempre numa economia mais forte e pujante, lamentando que as políticas de esquerda que tem vindo a ser praticadas estejam a contribuir apenas para o aumento da emigração de quadros qualificados e para o nivelamento por baixo dos salários.
Na sequência de uma intervenção do BE, o parlamentar Liberal disse vivermos “uma situação extraordinária”, uma vez que “vivemos numa Região onde se procura mão de obra, mas cada vez se paga pior aos trabalhadores”, facto agravado com as sucessivas atualizações do salário mínimo nacional que “só promove um nivelamento, por baixo, do nível de rendimentos das pessoas, particularmente os mais qualificados e que têm mais formação”.
Barata lembrou que “um técnico superior da administração pública tem os seus rendimentos congelados desde 2010”, facto que contribui para “uma sangria de quadros qualificados do País e da Região”, não sendo, pois, de estranhar “que se registem falta de professores, falta de enfermeiros, falta de técnicos qualificados em alguns setores”.
“O problema é esta tendência política de impor mínimos. E quando se impõem mínimos ficamos sempre por baixo. Não haja receio de deixar o mercado funcionar mais livremente. Nos últimos 10 anos, um licenciado perdeu, em média, 47 euros de rendimentos todos os anos, quando comparado com um trabalhador com o 9.º ano de escolaridade que viu o seu vencimento aumentar em 18%, ou seja, em mais de 100 euros”, apontou.
O Deputado da Iniciativa Liberal (IL) considera, por isso, que é essencial que “todos os agentes façam um esforço para poupar onde é gasto excessivo para pagar aos trabalhadores de acordo com aquilo que os trabalhadores precisam para ter uma vida condigna, mesmo tendo presente que um aumento de rendimentos na administração pública acarreta um aumento de despesa pública, aumento esse com repercussão económica, pois um aumento dos vencimentos redunda sempre num aumento da receita, porque quem ganha 800 euros por mês se passar a ganhar 1000, certamente que vai consumir para esses 1000, pelo que os aumentos salariais vão regressar ao circuito e voltar a entrar no Estado através da receita de IVA, mas também de IRS e de IRC”.
Assim, Nuno Barata não tem dúvidas que “há a necessidade de se pagar mais e melhor aos funcionários, públicos e privados, para que ter funcionários mais motivados, mais produtivos e para se obterem melhores resultados aos níveis sociais e económicos”.

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