SATA FEZ ATERRAGEM DE EMERGÊNCIA NAS LAJES

Na dia 27 ABRIL

Um Dash8 Q400 com o registo de cauda CS-TRE, pertencente à companhia aérea SATA, que fazia a ligação entre São Miguel e a Terceira, fez uma aterragem de emergência médica na Base Aérea Nº4.

A aterragem decorreu normalmente às 17h40, tendo sido assistida pelos serviços de emergência da Base Aérea Nº4, pelos serviços de handling da SATA, pelos bombeiros do destacamento americano 65th ABG, Bombeiros Praia da Vitória e SIV (Suporte Imediato de Vida).

Jornadas Agrícolas da Praia da Vitória subordinada à temática “A nova atualidade da agricultura” na freguesia da Fonte do Bastardo

XIV edição das Jornadas Agrícolas da Praia da Vitória


“A nova atualidade da agricultura” em debate esta sexta-feira e sábado na Fonte do Bastardo


A XIV edição das Jornadas Agrícolas da Praia da Vitória, subordinada à temática “A nova atualidade da agricultura”, terá lugar no edifício da Associação Filarmónica Cultural Recreativa de Santa Bárbara, situado na freguesia da Fonte do Bastardo, na próxima sexta-feira, 29 de abril, e sábado, 30.


A iniciativa promovida pela Câmara Municipal da Praia da Vitória (CMPV), em colaboração a Associação Agrícola da Ilha Terceira (AAIT), Associação de Jovens Agricultores Terceirenses (AJAT), Bio azórica e Fruter, tem início às 19h30, nos dois dias.


O programa inclui na sexta-feira a abertura do evento, com a presença de John Borges, presidente da Junta de Freguesia da Fonte do Bastardo, seguindo-se, a partir das 19h35, as intervenções de José Matos, sob o tema “O desafio da sustentabilidade na pecuária dos Açores; Ana Almeida, com a temática “Valorização da profissão do agricultor no contexto atual”; José Ventura irá dissertar o tema “O programa de bem-estar animal – Welfare Quality e a sua aplicação na Região Autónoma dos Açores”; Manuel Laureano abordará as ”Considerações sobre a produção Forrageira nos Açores”; e Jorge Rita fará uma “Apreciação sobre a situação atual da Agricultura nos Açores”. O debate previsto para as 21h30.


No sábado, a iniciativa contará com a presença de Ludovina Vieira, que abordará a temática “Desafios da Horticultura e Fruticultura Açoriana na Bensaúde Distribuição”; César Medeiros apresentará “Culturas frutícolas com potencial agroecológico nos Açores”, culminando com o debate com início previsto para as 20h15. Ambos os painéis serão moderados por Francisco Faria.


Na sessão de encerramento, agendada para as 20h45, estarão presentes Miguel Garcia, presidente da Bio azórica; Paulo Rocha, presidente da Fruter; Diego Aguiar, presidente da AJAT; José António Azevedo, presidente da AAIT; Vânia Ferreira, presidente da CMPV; e António Ventura, secretário regional da Agricultura e Desenvolvimento Rural.

VASCO SUCEDE A CORDEIRO

Vasco Cordeiro reeleito Presidente do PS/Açores com 97,7% de votos a favor

Vasco Cordeiro, foi reeleito para um quarto mandato como Presidente do PS/Açores, com 97,7% dos votos, nas eleições diretas do partido que se realizaram esta sexta-feira e sábado.

Nestas eleições exerceram o seu direito de voto, nas 44 mesas de voto distribuídas pelas nove ilhas, 822 militantes, tendo-se registado 803 votos a favor, 10 votos contra e 9 brancos/nulos.

Esta votação permitiu, ainda, eleger os 160 delegados ao XVIII Congresso do PS/Açores, que se irá realizar na ilha do Faial, entre os dias 27 e 29 de maio, aos quais se irão juntar os delegados inerentes.

Pedro Nascimento Cabral congratulou-se com o facto de a criação desta medida conta com 27 estabelecimentos aderentes

PDL ConVida: medida da Câmara Municipal já começou para revitalizar económica, social e culturalmente Ponta Delgada

A Câmara Municipal de Ponta Delgada, em colaboração com a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal nos Açores, a Associação de Hotelaria de Portugal nos Açores e a União Audiovisual nos Açores, tem um curso até ao final de maio uma medida nova criada com o intuito de contribuir para a revitalização económica, social e cultural do concelho.
Trata-se de “PDL ConVida” e surge no âmbito do Fundo Municipal de Emergência Empresarial para apoiar dois dos setores mais afetados pela pandemia de Covid-19: a hotelaria/restauração/bares e a cultura.


O Presidente da Câmara Municipal, que falava esta manhã na conferência de apresentação da medida, afirmou que é o papel da edilidade contribuir para a dinamização da economia local para que esta continue a ser o motor de desenvolvimento dos Açores.


Pedro Nascimento Cabral congratulou-se com o facto de a criação desta medida, que conta com 27 estabelecimentos aderentes, ser um bom exemplo do diálogo e concertação com vista a melhor servir Ponta Delgada.


A medida funciona com recurso a uma bolsa de artistas em que os artistas, das diversas manifestações artísticas, podem inscrever-se a qualquer momento.


Os empresários, por seu turno, recebem um apoio financeiro no valor máximo de mil euros para, no período em que decorre a medida, contratarem artistas para animarem os seus estabelecimentos, sejam eles restaurantes, bares ou hotéis. As inscrições terminaram a 15 de abril.
Como referiu a Vereadora Cristina Canto Tavares, a medida funciona “para já” até ao final de maio deste ano, atendendo a que visa estimular a economia na chamada época baixa.

Medida aplaudida pela restauração, bares, hotelaria e artistas
“PDL ConVida” está a ser elogiada pelos parceiros da medida. A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal nos Açores (AHRESP), a Associação de Hotelaria de Portugal nos Açores e a União Audiovisual nos Açores são unânimes em congratular-se com o facto de a Câmara Municipal de Ponta Delgada, presidida por Pedro Nascimento Cabral, ter apostado na medida, dando um contributo essencial para os setores que representam e proporcionando animação de qualidade à população local e a quem visita o concelho.
Cláudia Chaves, da AHRESP nos Açores, elogiou a “sensibilidade” do Executivo, considerando que a medida devia ser replicada por toda a Região e, em Ponta Delgada, noutras épocas do ano.
Andreia Pavão Jacob, da Associação de Hotelaria de Portugal nos Açores, enalteceu o espírito de diálogo da Câmara Municipal de Ponta Delgada que vem contribuir para a dinamização de dois dos setores que mais sofreram com a pandemia e colmatar uma lacuna ao nível da animação.
Ricardo Cabral, da União Audiovisual, também considerou que a medida é um exemplo a seguir e que os estabelecimentos têm de saber aproveitar da melhor forma o apoio que a Câmara está a atribuir, apelando também ao bom senso dos artistas.
Recorde-se que a informação sobre a medida está disponível em https://www.cm-pontadelgada.pt/pages/1288.

A deputada social-democrata sublinhou ter sérias dúvidas quanto à legalidade desta medida

Os partidos da Coligação – PSD, CDS/PP e PPM – votaram contra o projeto de Decreto Legislativo Regional que estabelece o regime jurídico da Taxa Turística Regional, aprovada hoje pela oposição, na Assembleia Legislativa dos Açores.

Em declaração de voto, a deputada do PSD/Açores Elisa Sousa afirmou, peremptoriamente, que o grupo parlamentar é “frontalmente contra a iniciativa que prevê a cobrança turística regional no momento e na forma que se pretende aplicar”.

“Votamos contra este projeto de DLR porque consideramos que o setor turístico, ainda que seja um setor em franca expansão é um setor vulnerável, não estando completamente consolidado o destino Açores”, reiterou a parlamentar social-democrata.

Para Elisa Sousa, “numa altura em que é necessário aumentar a atratividade das nossas ilhas, a mensagem que estamos a passar com a aprovação desta taxa é contrária à mensagem que deveríamos transmitir: no fundo será ‘Açores cria taxa turística regional…venham visitar-nos!’”

Além disso, a deputada social-democrata sublinhou ter “sérias dúvidas quanto à legalidade desta medida, pelo que entendemos que esta pode e deve ser uma competência dos municípios. Os Açores têm 19 municípios, todos eles diferentes entre si, pelo que, cada um, pelo conhecimento que tem da sua realidade poderá decidir se pretende ou não criar esta taxa. Não podemos aprovar uma taxa igual para todos os municípios quando os municípios são todos diferentes”.

Elisa Sousa salvaguardou ainda “que a criação desta taxa implicará mais burocracia e mais custos não só para quem nos visita, mas também para os empresários que irão ‘trabalhar para o Governo’ cobrando esta taxa”.

De salientar que o diploma foi aprovado pela oposição de esquerda, contra parecer emitido por todas as entidades do setor turístico consultadas pela Comissão Permanente de Economia da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, que o rejeitaram desde a primeira hora.

“Espero começar hoje a ver nas páginas da internet dos partidos que aprovaram esta taxa as congratulações pela imposição nos Açores da Taxa Turística Regional”, ironizou Rui Martins do CDS-PP

Taxa turística regional: CDS-PP responsabiliza partidos da oposição
por imporem medida inoportuna

O Grupo Parlamentar do CDS-PP manifesta-se em descordo com a aprovação, esta semana, de um diploma da autoria do PAN que institui uma taxa turística regional nos Açores e que teve os votos favoráveis dos partidos da oposição com assento no Parlamento açoriano, designadamente o Partido Socialista e o Bloco de Esquerda.


De acordo com o deputado Rui Martins do CDS-PP, “a aprovação da taxa turística regional ocorre contra o parecer de todas as entidades da sociedade civil que a Assembleia Legislativa considerou pertinente auscultar antes de aplicar esta taxa”, entre as quais diversas associações que já nesta quinta-feira se têm vindo a manifestar, através de comunicados de imprensa, desagradavelmente surpreendidas com a sua aprovação.


Perante a situação ainda periclitante da economia açoriana, no rescaldo da pandemia de COVID-19, o Grupo Parlamentar do CDS-PP entende que “a criação da taxa turística regional não é oportuna, não proporciona nenhum serviço adicional ao turista ou qualquer tipo de melhoria percepcionável por quem visita a nossa Região”.


“A oposição afirma que esta taxa servirá para proteger o nosso património natural e ambiental. No entanto, não existe a mesma oferta turística de camas em todos os municípios, pelo que a taxa reverterá sobretudo para os municípios com mais oferta de alojamento”, observou Rui Martins, dando como exemplo que muitos dos visitantes do Nordeste pernoitam em Ponta Delgada, pelo que “a taxa turística paga por estes reverterá maioritariamente para o município de Ponta Delgada. Onde estará a reposição ambiental do sítio que afinal foi visitado?”


O deputado do CDS-PP alertou que, “antes mesmo de chegar aos Açores, e devido a taxas já existentes noutras paragens, ou cuja criação já foi anunciada, poderemos estar a falar, a muito breve trecho, de um encargo adicional na ordem dos 40 euros para uma família de quatro pessoas, sem qualquer retorno evidente para o taxado e sem sequer sair do seu alojamento para visitar o que quer que seja”. Acresce que o diploma aprovado não previne a acumulação de taxas que poderá ocorrer quando sejam cobradas taxas turísticas municipais além da taxa turística regional.


“Além do mais”, acrescentou, “também do ponto de vista operacional, esta taxa usurpa recursos das autarquias locais, que são quem terá o impacto económico do aumento de gastos com gestão de resíduos, com a rede de abastecimento de água, assim como com a manutenção de espaços urbanos.”
Assim, o CDS-PP considera esta “uma medida inoportuna que careceria de aprofundamento, quanto mais não seja para garantir que há um efetivo retorno para quem nos visita, traduzindo-se em espaços públicos mais cuidados, uma melhor proteção ambiental do nosso património natural bem como instalações de apoio condignas”. Porém, “nada disso esta taxa garante ou salvaguarda”, frisa Rui Martins.


“Espero começar hoje a ver nas páginas da internet dos partidos que aprovaram esta taxa as congratulações pela imposição nos Açores da Taxa Turística Regional”, ironizou.

O independente Carlos Furtado cumpre mais um compromisso com os açorianos

Justiça para com os ex trabalhadores ao serviço das FEUSAÇORES

Carlos Furtado deputado independente, viu hoje ser aprovado, por unanimidade, na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, um Projeto de Deliberação que determina a fixação na ordem do dia, nos trabalhos da Assembleia da República, de uma iniciativa aprovada na Região em julho de 2021.


Esta iniciativa parlamentar, de acesso restrito, permite que a Proposta de Lei que foi aprovada na Região, no passado ano, seja agora forçosamente discutida na Assembleia de República, pondo assim término aos 9 meses de espera, a que a mesma ficou exposta, sem que daí resultasse o seu agendamento parlamentar.
O deputado independente mostra-se satisfeito com o facto de que esta Proposta de Lei, finalmente possa vir a ser discutida e aprovada, pondo assim fim a uma discriminação negativa a que parte dos ex-trabalhadores da base das Lajes ao serviço dos americanos ficaram sujeitos.


Lembre-se que a situação consiste na aplicação do fator de sustentabilidade, nas pensões de ex-trabalhadores e que se materializa numa redução significativa destas pensões, quando comparadas com as pensões dos restantes ex-trabalhadores ao serviço dos americanos.


Carlos Furtado cumpre assim mais um compromisso com os açorianos, conforme havia prometido em reunião com os representantes destes ex-trabalhadores no inicio de abril.

Pedro Pinto realçou “o contributo dado pelo CDS-PP nos Açores para a reposição da justiça entre todos os trabalhadores aposentados da Base das Lajes”

CDS-PP quer repor justiça nas pensões de antigos trabalhadores da Base das Lajes

O deputado Pedro Pinto considera “imperioso que a Assembleia da República dê seguimento à Anteproposta de Lei aprovada pela ALRAA em julho de 2021, para que o mais rápido possível seja reposta a justiça a um numeroso grupo de antigos trabalhadores da Base das Lajes que veem todos os meses parte do seu rendimento retido por conta do fator de sustentabilidade que lhes é aplicado”.


As declarações foram proferidas a propósito de um projeto de deliberação debatido nesta quarta-feira no Parlamento açoriano, visando incluir na ordem do dia Assembleia da República um diploma que visa repor justiça ao grupo de trabalhadores aposentados da Base das Lajes que, com a aprovação do Decreto-Lei n.º 70/2020, de 16 de setembro, passaram a ter as suas pensões sujeitas ao fator de sustentabilidade da Segurança Social, enquanto outros trabalhadores aposentados da Base das Lajes continuaram isentos da aplicação desse mesmo fator de sustentabilidade.


Pedro Pinto realçou “o contributo dado pelo CDS-PP nos Açores para a reposição da justiça entre todos os trabalhadores aposentados da Base das Lajes, subscrevendo e aprovando a Anteproposta de Lei que seguiu há nove meses para apreciação na Assembleia da República” e frisou que “é de elementar justiça repor integralmente as pensões dos antigos trabalhadores da Base das Lajes, retirando a incidência do fator de sustentabilidade”