O líder social-democrata disse mesmo que “os autarcas são a face dourada da democracia portuguesa”

Poder local. José Manuel Bolieiro diz que os autarcas são os verdadeiros provedores do povo


 


O presidente do PSD/Açores considerou que os autarcas são “os verdadeiros provedores do povo”, dada “a grande proximidade, que os faz lidar com as pessoas e com as suas necessidades, de forma direta e diária”.
 
José Manuel Bolieiro falava no encerramento das Jornadas Autárquicas da JSD/Açores, cuja primeira edição decorreu em Ponta Delgada, onde frisou que as funções dos eleitos locais são “uma escola de vida, de formação cívica e política essencial”, dando como exemplo o seu próprio caso, pois “tendo sido autarca, vivi na prática essa proximidade”, referiu.
 
O líder social-democrata disse mesmo que “os autarcas são a face dourada da democracia portuguesa”, sendo “aqueles políticos que, por convicção, estão rendidos ao serviço público”, exortando que “os políticos mais jovens queiram desempenhar essas funções, devendo ser incentivados para isso”, adiantou.
 
Na sua intervenção, Bolieiro lembrou que, “na vida e na política, também a ideologia e a doutrina são fundamentais”, mesmo se há “quem queira passar a mensagem de que já passaram de moda, o que até acontece quando há extremismos”, afirmou.
 
“Mas garantir, com convicção, que os mais jovens façam parte dos partidos políticos, é dar-lhes a oportunidade de também poderem servir o nosso povo e a nossa Autonomia. E continua a haver muitas formas de terem essa participação”.
 
Em dia de Jornadas Autárquicas, José Manuel Bolieiro lembrou que o atual executivo açoriano, “para além de ter criado uma Direção Regional da Cooperação com o Poder Local”, alocou meios financeiros “para que a delegação nos Açores da Associação Nacional de Freguesias possa ter meios de apoio jurídico e de formação, para apoio aos eleitos locais”, sublinhou.
 
O presidente do PSD/Açores realçou “a confiança plena que tenho na JSD/Açores, para dar uma imagem de esperança e de captação dos jovens açorianos, para poderem participar no nosso poder local e no poder regional autónomo”, disse.
 
“Temos uma obrigação moral de incentivar a curiosidade e a vontade generosa dos jovens açorianos para que a atividade pública faça parte do seu futuro pessoal e do futuro coletivo destas ilhas”, concluiu.

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