Estatuto Editorial

Porque o jornalismo moderno exige mais do que a simples descrição dos fatos ou a transcrição de declarações e press releases, implicando também uma capacidade crítica e a obrigação de ser útil aos leitores, o Correio Insular não pratica um jornalismo tendencioso mas informa e busca trazer para a sua página informação com dignidade e elegância.

Em nenhum caso o rigor da informação será sacrificado em face de outros critérios, numa conceção editorial que corresponde a uma dupla exigência, de qualidade e de diversidade, com áreas de informação e tempos de leitura diferenciados.

O fator humano é para nós essencial numa informação que se quer viva e que não se limita a um repositório descolorido de acontecimentos e situações. Não obstante, os pormenores acessórios que intervêm na descrição humanizada de um facto não devem fazer perder de vista o essencial.

O poder do jornalismo só tem efetiva legitimidade se não se confunde com nenhum outro, sendo certo que o trabalho jornalístico, tal como o trabalho artístico ou científico, constitui um fim em si mesmo. O Correio Insular não é um mensageiro da verdade instrumental com objetivos políticos, sociais, económicos ou culturais. Respeitando as regras de ouro da técnica e da deontologia, maior será a sua credibilidade junto dos leitores e concidadãos que serve, e com os quais assume o seu primordial compromisso.

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